04 julho 2017

Girlboss Não é Apenas Sobre Moda!


Fala galera! Tudo beleza? Eu espero que sim! Bom umas das melhores séries que a Netflix lançou esse ano foi Girlboss. Logo de cara eu me apaixonei (apesar da Sophia as vezes ser um porre), porém será que assim como eu você entendeu além do que a série fala?

Hoje eu não vim falar sobre os lindos looks que ficamos apaixonadas na série (ainda irei falar), nem te darei motivos do porquê assisti-la, queria pegar tudo o que aprendi com ela e escrever apenas. Mas já te adianto duas coisas: 1) é necessário fracassar; e 2) é normal estar perdido aos 20 e poucos anos.

Eu estava ansiosa pela série pois já conhecia o livro, apesar de ainda não ter o lido, e porque se tratava de uma forma ou de outra da história de uma mulher que alcançou o sucesso. É o tipo de coisa que a gente quer abstrair o possível, porque afinal ela vira um ícone exemplar para nós que estamos planejando um futuro promissor.

Sophia se apresenta como uma mulher forte, ela luta pelo o que acredita, mesmo as vezes sendo um tanto egoísta, uma mulher que não se conforma em ser mais uma, isso já nos é apresentado pela forma como ela se veste, e alguém que não quer apenas ter um diploma e um emprego normal, ela quer ser ALGUÉM. O problema é que ela não sabe, a princípio, o que ou quem quer ser.


Aos 22 anos, ela se vê perdida e certa de apenas uma coisa, ser reconhecida. Creio que apenas nessa frase inicial acabamos nos identificando, afinal, é normal estar perdido, aquela sensação de não saber se está no caminho certo, ou achar que vivemos numa esteira onde apesar de andarmos, ficamos preso a aquele mesmo lugar. Isso nos frustra e nos desencoraja. A gente vê que mais cedo, pensávamos que aos 20 tudo seria diferente e acabamos tendo aquele pequeno desapontamento quando vemos que não é bem assim, e esta tudo bem, eu sei que são tantas cobranças e responsabilidades recaídas nas nossas costas, que as vezes nem percebemos que talvez aquele diploma ou seguir a carreira dos nossos pais, não seja na verdade aquilo que realmente queremos.

Em seguida, após alguns acontecimentos e até mesmo quando somos apresentados ao pai da protagonista, vemos que ele a enxerga como um fracasso, alguém que não chegou a lugar algum, ou realizou os sonhos idealizados por ele, isso nos trai aquela sensação de “não posso fracassar, não posso fracassar, não posso fracassar”, na verdade crescemos com esse peso em nossas consciências e o medo de falhar, pensamento esse que eu abomino, na verdade prezo pelo “se errar, parabéns! Você tentou”, afinal me diga, que ser humano perfeito é esse que nunca errou ou já nasceu sabendo? Eu felizmente não sou ele. Eu caio, e continuarei caindo, e melhor ainda, a cada cicatriz no joelho significa algo que eu aprendi para ser ou fazer melhor. Sophia nos mostra isso, quando seu negócio se torna um grande sucesso, mesmo com seu pai duvidando de sua capacidade.


E apesar das chatices de Sophia, e pela série se tratar basicamente de moda, ela nos trás muito mais que isso, não sei exatamente o que tirar de moral disso, mas se for para te dar um conselho é: FAÇA AQUILO QUE QUER FAZER, O QUE ACHA QUE DEVE FAZER, O QUE TEM QUE FAZER. SEJA VOCÊ MESMO, ACREDITE EM SI MESMO E CONFIE NOS SEUS INSTINTOS. VOCÊ CHEGARÁ AONDE QUER CHEGAR.

Lembrando que esse conselho acaba sendo para mim mesma também, e para minhas crises de não saber que está fazendo com a própria vida.


Um beijinho pra ti, e me fala o que achou desse post enorme!

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@laislumes

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